O Aeroporto

Início >> O Aeroporto >> Hora de Viajar

Hora de Viajar

Dicas sobre bagagem, horários, documentação, instalações e coisas importantes para sua viagem

Aqui você encontra informações para preparar sua viagem aérea: são dicas sobre bagagem, horários, documentação, instalações e serviços dos aeroportos, entre outros.
Tire suas dúvidas sobre cada momento da viagem: Antes do Embarque, Durante o Voo e no Desembarque e conheça os direitos e deveres do passageiro para viajar tranquilo e com segurança.

Antes do embarque
  1. 1. Acesso às salas de embarque

    O acesso às salas de embarque é restrito aos passageiros portando cartões de embarque válidos da companhia aérea.

    A inspeção no raio-X é feita em todas as bagagens de mão, é proibido levar objetos cortantes ou perfurantes (canivetes, tesouras de unha etc.). Esses itens só devem ser levados na bagagem despachada. Caso contrário, o passageiro poderá ter de descartá-los no aeroporto.

    A inspeção dos passageiros no detector de metais é obrigatória, exceto para portadores de marca-passo (com documentação que comprove a condição). Lembre-se de retirar dos bolsos as moedas, celulares, chaves e outros objetos metálicos, que devem passar pelo raio-X. O passageiro também pode ter que retirar cintos ou sapatos que contenham partes metálicas para passar pelo detector.

    Não é permitido utilizar carrinhos de bagagem na sala de embarque, eles devem ser deixados antes da inspeção no raio-X.

    A área de raio-X está sob a jurisdição da Polícia Federal. A operação do raio-X é realizada pela equipe da Infraero, sob a coordenação da Polícia Federal.

    Se tiver que sair da sala de embarque, peça orientações a um funcionário do aeroporto para poder retornar, mas lembre-se de estar no portão de embarque no horário determinado pela companhia aérea.

  2. 2. Bagagem especial

    A franquia de bagagem nos voos domésticos inclui as bagagens especiais, como pranchas de surfe, instrumentos musicais de grande porte, bicicletas e outros. Cada passageiro, seja adulto ou criança, tem direito a despachar até 23kg de bagagem, em um ou mais volumes. Informe-se previamente com a companhia aérea sobre as providências necessárias para transportar esses objetos.

    Em caso de excesso de bagagem em voos domésticos, a empresa aérea pode cobrar até 0,5% da tarifa cheia por quilo de excesso. A companhia também poderá negar o excesso de bagagem ou transportá-la em outro voo.

    Nos voos internacionais, a franquia varia de acordo com o destino, assim como as condições para bagagens especiais. Consulte a companhia aérea com antecedência.

  3. 3. Bagagem de mão - Voos domésticos

    Os limites da bagagem de mão são definidos por critérios de segurança, para atender ao peso máximo de decolagem do avião e ações preventivas de segurança a bordo. O passageiro que respeita os critérios da bagagem de mão agiliza sua passagem pelo check-in, seu embarque e evita custos adicionais.

    Voos domésticos:

    Critérios: não pode ser maior que 115cm (considerando altura + comprimento + largura) e o peso máximo é de 5kg.

    Excesso de peso ou tamanho: a companhia poderá exigir que a bagagem seja despachada e o peso será considerado na franquia de 23kg destinada a cada passageiro. Se houver excesso de bagagem, a empresa aérea é autorizada a cobrar e o valor pode chegar a 0,5% da tarifa cheia por quilo de excesso. A companhia também poderá negar o excesso de bagagem, ou transportá-la em outro voo.

    Itens proibidos na bagagem de mão: objetos cortantes ou perfurantes (canivetes, tesouras de unha etc.). Esses itens só devem ser levados na bagagem despachada. Caso contrário, o passageiro poderá ter de descartá-los no aeroporto. Para mais informações sobre itens proibidos, consulte a empresa aérea.

  4. 4. Bagagem de mão - Voos internacionais

    Os limites da bagagem de mão são definidos por critérios de segurança, para atender ao peso máximo de decolagem do avião e ações preventivas de segurança a bordo. O passageiro que respeita os critérios da bagagem de mão agiliza sua passagem pelo check-in, seu embarque e evita custos adicionais.

    Voos domésticos:

    Critérios: não pode ser maior que 115cm (considerando altura + comprimento + largura) e o peso máximo é de 5kg.

    Excesso de peso ou tamanho: a companhia poderá exigir que a bagagem seja despachada e o peso será considerado na franquia de 23kg destinada a cada passageiro. Se houver excesso de bagagem, a empresa aérea é autorizada a cobrar e o valor pode chegar a 0,5% da tarifa cheia por quilo de excesso. A companhia também poderá negar o excesso de bagagem, ou transportá-la em outro voo.

    Itens proibidos na bagagem de mão: objetos cortantes ou perfurantes (canivetes, tesouras de unha etc.). Esses itens só devem ser levados na bagagem despachada. Caso contrário, o passageiro poderá ter de descartá-los no aeroporto. Para mais informações sobre itens proibidos, consulte a empresa aérea.

  5. 5. Check-in via Internet (com e sem bagagem)

    Sem bagagem: imprima o cartão de embarque e siga diretamente para o portão de embarque indicado pela companhia aérea, no horário informado pela empresa (que varia entre 30 e 40 minutos antes do horário do voo). Mantenha em mãos um documento de identificação com foto, que deverá ser apresentado ao funcionário da companhia aérea no momento da chamada para embarque na aeronave.

    Com bagagem: compareça ao balcão de check-in da companhia no horário informado, em tempo hábil de identificar-se, despachar a bagagem e apresentar-se no portão designado, no horário informado pela empresa. Mantenha em mãos um documento de identificação com foto, que deverá ser apresentado ao funcionário da companhia aérea no momento da chamada para embarque na aeronave.

    O cumprimento de horários é necessário para manter os voos pontuais. Por isso, se não se apresentar nos horários determinados, a companhia poderá recusar o embarque do passageiro para não atrasar a decolagem.

  6. 6. Desconto na passagem de crianças

    Crianças menores de dois anos de idade poderão ter de pagar pela passagem aérea, mas se viajarem no colo dos pais e não ocuparem assento, o valor não pode ultrapassar 10% da tarifa paga pelo adulto.

    Acima de dois anos, as crianças obrigatoriamente deverão ocupar assento e a tarifa pode ou não ter desconto. O valor do desconto concedido para as faixas etárias pode variar de acordo com a empresa aérea.

  7. 7. Documentos para o check-in

    Antes de seguir para o aeroporto, verifique a documentação. Todos os documentos devem possuir foto que permita a identificação do passageiro:

    Voos domésticos: originais ou cópias autenticadas

    - Identidade ou Carteira Nacional de Habilitação (mesmo que vencida), ou carteira de identidade emitida por Conselho ou Federação de profissional, com fotografia (OAB, CREA e outras), ou Carteira de Trabalho, ou passaporte nacional, ou cartões de identificação expedidos pelos poderes judiciais e legislativos estaduais; ou documento expedido por Ministério ou órgão subordinado à Presidência da República; ou licenças de piloto, comissário, mecânico de voo e despachante operacional de voo emitidas pela ANAC.

    - Para crianças e adolescentes é aceita a certidão de nascimento (original ou cópia autenticada). Em caso de viagem com apenas um dos pais ou desacompanhado, consulte as normas do Juizado da Infância e do Adolescente para a documentação exigida.

    - Em caso de furto, roubo ou extravio de documento, será aceito o Boletim de Ocorrência emitido há menos de 60 dias.

    Voos internacionais: somente documentos originais

    - Passaporte válido ou documento legal de viagem aceito pelo país de destino (consulte a Polícia Federal sobre acordos de documentação para alguns países).

    - Visto do país de destino (caso seja exigido no país).

    - Para crianças e adolescentes: passaporte válido ou documento legal de viagem aceito pelo país de destino. Em caso de viagem com apenas um dos pais ou desacompanhado, consulte as normas do Juizado da Infância e do Adolescente para a documentação exigida.

  8. 8. Estacionamento no aeroporto

    Os estacionamentos dos aeroportos são administrados por empresas privadas que concorrem em licitações públicas para prestar o serviço. Os valores não são tabelados, são estabelecidos por cada empresa de acordo com o mercado.

    Todos os estacionamentos possuem seguro obrigatório para proteger os veículos.

    Por prestar um serviço em área pública, os estacionamentos de aeroporto funcionam em regime fiscal diferenciado e não são obrigados a fornecer nota fiscal.

  9. 9. Excesso de bagagem

    Nos voos domésticos, a empresa aérea é autorizada a cobrar excesso de bagagem sempre que a franquia por passageiro for excedida (23kg nos voos domésticos). O valor pode chegar a 0,5% da tarifa cheia por quilo de excesso. A companhia também poderá negar o excesso de bagagem, ou transportá-la em outro voo para respeitar as normas de segurança sobre o peso máximo de decolagem das aeronaves.

    Consulte a companhia aérea sobre a franquia nos voos internacionais, que varia conforme o destino. No caso de excesso de bagagem em voos internacionais, consulte a empresa aérea sobre os valores cobrados.

  10. 10. Franquia de bagagem (voos domésticos e internacionais)

    A franquia de bagagem é definida por critérios de segurança, para atender ao peso máximo de decolagem do avião. O passageiro que respeita o limite de franquia de bagagem agiliza sua passagem pelo check-in e evita custos adicionais.

    Voos domésticos: cada passageiro, seja adulto ou criança, tem direito a despachar até 23kg de bagagem, em um ou mais volumes, inclusive bagagem especial (pranchas de surfe, instrumentos musicais e outros). Animais domésticos que viajam no porão da aeronave não estão incluídos na franquia de 23kg.

    Excesso de bagagem em voos domésticos: a empresa aérea é autorizada a cobrar excesso de bagagem sempre que a franquia for excedida e o valor pode chegar a 0,5% da tarifa cheia por quilo de excesso. A companhia também poderá negar o excesso de bagagem, ou transportá-la em outro voo.

    Voos internacionais: a franquia de bagagem varia de acordo com o destino. Consulte a companhia aérea com antecedência.

  11. 11. Fumar no aeroporto

    Nas áreas cobertas, é expressamente proibido fumar. Além disso, observe as legislações estaduais e municipais antifumo, que proíbem o fumo em área pública.

  12. 12. Horários de check-in e de embarque

    Apresente-se para check-in com no mínimo 1 hora de antecedência para voos domésticos e 2 horas em voos internacionais. Após o check-in, esteja no portão designado no horário estipulado no seu cartão de embarque.   O cumprimento de horários é necessário para manter os voos pontuais.

    Por isso, se não se apresentar nos horários determinados, a companhia poderá recusar o embarque do passageiro para não atrasar a decolagem.

    Vale destacar que a Infraero fornece os balcões para a realização do check-in. O atendimento e a organização das filas ficam por conta das companhias aéreas.

  13. 13. Horário de verão e fuso horário

    Os sites das companhias aéreas e os bilhetes informam a hora local, tanto na origem quanto no destino. Por isso, não é necessário calcular fuso horário ou horário de verão. Se tiver dúvidas, consulte a companhia aérea.

  14. 14. Infraestrutura e tarifas

    Pistas, pátios de aeronaves, salas de embarque, elevadores, escadas rolantes, ar-condicionado, sistema de som e limpeza são alguns dos itens que fazem parte da administração aeroportuária. As tarifas são cobradas pelas empresas aéreas e repassadas à Infraero para manutenção da infraestrutura aeroportuária. Parte do valor é repassada à Aeronáutica pela prestação do serviço de auxílio à navegação aérea.

  15. 15. Itens de valor na bagagem

    Na bagagem a ser despachada, o passageiro deve evitar transportar bens de valor (como jóias ou eletroeletrônicos). Se houver essa necessidade, é possível declarar o valor dos bens transportados ainda no check-in. Basta solicitar o formulário à empresa aérea que se responsabilizará belos bens declarados mediante taxa a ser cobrada no ato de confirmação dos bens. Consulte os valores com a companhia aérea.

  16. 16. Passageiras gestantes

    As gestantes têm direito a atendimento prioritário tanto no check-in como no embarque. A prioridade é válida para qualquer fase da gestação, desde que comprovada com atestado médico. A condição de gestante deve ser informada à companhia aérea com antecedência mínima de 48 horas antes do embarque e pode ser feita inclusive durante a compra, pela Internet.

    Algumas companhias aéreas têm restrições a viagens para mulheres grávidas de mais de 28 semanas devido ao risco de parto prematuro. Consulte a empresa antes de adquirir a passagem.

    Geralmente, não há problema em viajar até a 36ª semana de gravidez, exceto quando há histórico médico indicando que mãe e bebê poderão ter mais dificuldade para se adaptar à diferença de pressão dentro da aeronave. Neste caso, deve-se evitar a viagem de avião.

    Entre a 28ª e 35ª semana de gestação, deve-se preencher a Declaração de Responsabilidade – entregue pelo funcionário de check-in da empresa aérea – e apresentar atestado médico autorizando a viagem. Entre a 36ª e 39ª semana de gestação, a gestante deverá estar acompanhada de médico responsável. Durante os 7 dias que antecedem o parto, o embarque não é permitido.

    Os médicos normalmente orientam gestantes a evitar viagens em aviões menores e não-pressurizados.

    No portão de embarque, o detector de metais não prejudica o bebê porque produz apenas um campo eletromagnético.

    No pós-parto, o embarque da mãe e do filho é permitido após o 8º dia do nascimento, com a apresentação de atestado médico, declarando estarem aptos a realizar a viagem aérea.

  17. 17. Overbooking e troca de aeronave

    Em alguns casos, o passageiro pode ser impedido de embarcar no voo que havia planejado:

    - Manutenção não programada: todas as vezes que uma aeronave chega a um aeroporto, ela é inspecionada pela equipe de manutenção. Se for preciso qualquer tipo de manutenção não programada, será preciso trocar os passageiros de avião e nem sempre a companhia dispõe de aeronave reserva no local. Os passageiros terão que ser reacomodados em outros voos.

    - Aeronave em outro aeroporto: um avião pernoita normalmente em um aeroporto de menor movimento e, quando inicia sua jornada, percorre várias cidades. Se um aeroporto amanhece fechado por mau tempo, aquele avião não poderá decolar. Isso cria um efeito cascata, já que os passageiros nos outros aeroportos, que também esperavam por aquele avião, terão que ser reacomodados em outros voos.

    - Overbooking (preterição de passageiro): ocorre quando uma empresa vende mais assentos do que os disponíveis no avião, considerando que uma parte dos passageiros, por alguma razão, não se apresentará para viajar (no show). Mas se todos os passageiros comparecerem para o voo, os excedentes terão que ser reacomodados em outros voos.

    Pela legislação da aviação civil em vigor no Brasil, a companhia aérea deve oferecer assistência ao passageiro: comunicação (serviço de telefone ou e-mail), alimentação (vale para ser trocado em restaurantes do aeroporto) e – se for o caso – hospedagem e transporte entre aeroporto-hotel-aeroporto.

    A companhia também deve providenciar reacomodação do passageiro em outro voo da mesma empresa, ou endossar o bilhete para outra empresa, ou ainda – se o passageiro desistir de viajar – oferecer reembolso integral do bilhete.

  18. 18. Passageiros idosos

    As empresas aéreas deverão assegurar a prioridade no atendimento aos passageiros com idade igual ou superior a 60 anos. É responsabilidade do passageiro ou da pessoa que responde legal ou moralmente pelo bem-estar do idoso informar à empresa aérea, pelo menos 48 horas antes do embarque, sobre a necessidade de qualquer tipo de atendimento especial.

    Muletas, andadores, bengalas ou outras ajudas técnicas utilizadas por pessoas portadoras de deficiência deverão ser transportadas, obrigatoriamente, no interior da cabine de passageiros.

    Cadeiras de rodas deverão ser transportadas gratuitamente no interior da cabine de passageiros, quando houver espaço disponível, ou serão consideradas como bagagens prioritárias.

    Usuários de cadeiras de rodas deverão ser acomodados pela companhia aérea em assentos especiais, junto aos corredores, dotados de braços removíveis, localizados da primeira à terceira fileira da aeronave, ou atrás de uma divisória, desde que seja do interesse do passageiro e haja compatibilidade da classe escolhida.

  19. 19. Perdi o voo

    Apresente-se para check-in com no mínimo 1 hora de antecedência para voos domésticos e 2 horas em voos internacionais. Após o check-in, esteja no portão designado no horário estipulado no seu cartão de embarque. Caso não se apresente nos horários determinados, a companhia poderá recusar o embarque do passageiro.

    Se o passageiro chegar atrasado e perder o voo por qualquer motivo, as companhias aéreas poderão cobrar uma taxa de não comparecimento (no show). O valor dessa taxa deve estar descrito no contrato estabelecido entre a empresa e o passageiro, disponível em todos os canais de venda (Internet, lojas da companhia, agências de viagem, aeroporto etc.).

    Procure a companhia aérea para remarcar o voo. A remarcação poderá ou não ter custo adicional, dependendo da classe tarifária do bilhete e do contrato de transporte firmado com a empresa.

    Caso o próprio passageiro desista do voo ou queira fazer qualquer alteração em sua viagem, deverá consultar previamente a empresa aérea contratada ou seu agente de viagem em razão de tarifas diferenciadas e dos procedimentos a serem observados em cada caso.

    O reembolso do valor do bilhete de passagem poderá ser solicitado pelo passageiro, mas, em caso de tarifa promocional, obedecerá às eventuais restrições de acordo com o contrato de transporte firmado com a empresa aérea.

  20. 20. Remarcação de passagem

    As companhias aéreas costumam oferecer diferentes tipos de bilhetes e tarifas. Antes de comprar sua passagem aérea, verifique cuidadosamente o tipo de bilhete e o contrato com a empresa para saber das condições de alteração, taxas e prazo de validade do bilhete. Geralmente, as passagens com preços promocionais não permitem alterações. O contrato deve estar disponível em todos os canais de venda (Internet, lojas da companhia, agências de viagem, aeroporto etc.)

    O prazo de validade do bilhete de passagem é de 1 ano, a contar da data de sua emissão, observadas as condições de aplicação da tarifa.

    Caso o contrato permita, o pedido de remarcação de horário ou mesmo de itinerário deve ser feito diretamente à companhia aérea e fica sujeito à disponibilidade de assentos nos voos solicitados.

  21. 21. Restaurantes e lojas no aeroporto

    Os estabelecimentos de serviços, alimentação, entretenimento e lojas nos aeroportos possuem concessão para atuar mediante licitação pública. Os preços não são tabelados, cada estabelecimento comercial define seus preços.

  22. 22. Salas de embarque dos aeroportos

    Para o conforto dos passageiros, os aeroportos contam com cadeiras nas salas de embarque e sanitários limpos regularmente, além de fraldários e instalações acessíveis a portadores de necessidades especiais (cadeirantes, pessoas com dificuldade de locomoção).

    Não é permitido utilizar carrinhos de bagagem na sala de embarque, eles devem ser deixados antes da inspeção no raio-X.

  23. 23. Segurança do passageiro

    Dentro das áreas restritas, como pátio de aeronaves, salas de embarque e desembarque e dentro das aeronaves, o passageiro deve relatar qualquer ocorrência à companhia aérea. Nas demais áreas públicas,o passageiro deve informar à administração local da Infraero e registrar a ocorrência na Delegacia de Polícia Civil.

    Enquanto estiver no aeroporto, o passageiro deve estar sempre atento a seus pertences. Caso necessite, ele deve procurar o serviço de Achados e Perdidos do aeroporto.

    A presença de vendedores e pedintes não é autorizada.

  24. 24. Solicitar atendimento especial

    São considerados passageiros com necessidade de atendimento especial: pessoas portadoras de deficiência, gestantes, lactantes, idosos a partir de 60 anos, crianças desacompanhadas, pessoas acompanhadas por criança de colo e pessoas com mobilidade reduzida.

    Esses passageiros deverão avisar a empresa aérea sobre suas necessidades no ato da compra da passagem, até mesmo pela Internet, ou com antecedência mínima de 48 horas antes do embarque.
    Pessoas que necessitam de atendimento especial também têm direito a atendimento preferencial no check-in e no embarque. Já o desembarque dessas pessoas é feito por último, exceto nos casos em que o tempo disponível para a conexão ou outro motivo justifique a priorização.

  25. 25. Troca de portão de embarque

    Os portões de embarque podem sofrer alterações devido à acomodação das aeronaves nos pátios em função de uma maior comodidade para o passageiros ou do cumprimento dos horários dos voos. O passageiro deve ficar atento aos avisos sonoros sobre as chamadas para embarque.

  26. 26. Viajar com animais domésticos

    O transporte de animais domésticos pode ser autorizado no interior ou no porão da aeronave conforme as regras de cada companhia. O serviço não está incluído no preço da passagem e a solicitação e consulta de preços deve ser feita com antecedência para a empresa aérea.

    Caso o transporte de animais seja autorizado pela empresa aérea, é necessário apresentar para embarque o atestado de sanidade do animal, fornecido pela Secretaria de Agricultura Estadual, pelo posto do Departamento de Defesa Animal ou por médico veterinário.

    Dependendo do porte do animal ou raça, deve-se usar focinheira para ter acesso ao terminal do aeroporto. Exceção para os cães guias devidamente documentados.

  27. 27. Viajar com bebês

    Gestantes, lactantes, bebês, pessoas acompanhadas por crianças de colo e crianças desacompanhadas (até 12 anos de idade) são considerados passageiros com necessidades de atendimento especial. Por isso, a companhia aérea precisa ser avisada com antecedência mínima de 48 horas antes do embarque se há bebês ou crianças desacompanhadas entre os passageiros. O aviso pode ser dado no momento da compra – mesmo pela Internet – ou em outro canal de contato com a empresa aérea. Pessoas que necessitam de atendimento especial também têm direito a atendimento preferencial no check-in e no embarque.

    A primeira fileira de assentos das aeronaves deverá ser utilizada, prioritariamente, por crianças em berços, crianças desacompanhadas e passageiros acompanhados de cão-guia, quando necessário.

    A alimentação de bebês ou líquidos especiais (sopas, xaropes, soro etc.) podem ser transportadas apenas na quantidade a ser utilizada durante o voo, incluindo eventuais escalas, e apresentados no momento das inspeções de bagagem.

    Muitas companhias aéreas oferecem carrinhos para transporte de bebês no aeroporto, embora não esteja previsto na regulamentação. Consulte a companhia aérea antes de seguir para o aeroporto.

  28. 28. Viajar com crianças e adolescentes

    Documentação

    Atenção para as normas, principalmente nos casos de viagem com apenas um dois pais ou desacompanhado.

    Voos domésticos: originais ou cópias autenticadas

    - Identidade, ou Carteira de Trabalho, ou passaporte nacional.

    - Também é aceita a certidão de nascimento (original ou cópia autenticada).

    - Em caso de viagem com apenas um dos pais ou desacompanhado, consulte as normas do Juizado da Infância e do Adolescente para a documentação exigida.

    Voos internacionais: somente documentos originais

    - Passaporte válido ou documento legal de viagem aceito pelo país de destino (consulte a Polícia Federal sobre acordos de documentação para alguns países).

    - Visto do país de destino (caso seja exigido no país).

    - Em caso de viagem com apenas um dos pais ou desacompanhado, consulte as normas do Juizado da Infância e do Adolescente para a documentação exigida.

    Franquia de bagagem: Nos voos domésticos, crianças e adolescentes têm direito à mesma franquia de bagagem dos adultos.

    Voos domésticos: até 23kg de bagagem despachada, em um ou mais volumes, inclusive bagagem especial (pranchas de surfe, instrumentos musicais e outros). Animais domésticos que viajam no porão da aeronave não estão incluídos na franquia de 23kg.

    Voos internacionais: a franquia de bagagem varia de acordo com o destino. Consulte a companhia aérea com antecedência.

  29. 29. Viajando com pessoas enfermas

    Ao comprar a passagem aérea para viajar com uma pessoa enferma, o passageiro ou seu acompanhante deve informar à empresa aérea, pelo menos 48 horas antes do embarque, sobre qualquer incapacitação que necessite de atendimento especial. As empresas aéreas deverão assegurar a prioridade nos atendimentos a esses passageiros.

    Se qualquer passageiro sentir mal estar a bordo, a aeronave está equipada com kit médico e os comissários são previamente treinados para prestar primeiros socorros. A companhia aérea também pode solicitar o auxílio de médicos, caso haja algum profissional a bordo. Se o mal estar se agravar, o comandante da aeronave deverá realizar um pouso de emergência no aeroporto mais próximo e solicitar a presença de ambulâncias e equipe médica em terra para socorrer imediatamente o passageiro.

    A viagem poderá prosseguir sem o passageiro e seu acompanhante, até que o atendimento médico em terra seja concluído. Se for o caso de prosseguir a viagem aérea, o enfermo e o acompanhante devem tratar da mudança de voo com a companhia aérea e o custo dependerá do contrato firmado com a empresa.

    É recomendável adiar a viagem quando o passageiro tiver infecções respiratórias, otites, sinusites ou sintomas alérgicos. Caso não seja possível, consulte um médico, que poderá receitar medicação para reduzir eventuais desconfortos durante o voo.

    Evite viajar nas seguintes situações:

    - durante 30 dias após qualquer tipo de intervenção cirúrgica;

    - quando estiver com gripe forte;

    - após mergulho em águas profundas (acima de 10 metros), até 48 horas antes, pois pode ocorrer a chamada “doença da descompressão” capaz de causar embolia (obstrução do vaso sangüíneo);

    - com suspeita de sarampo, tuberculose, influenza, varicela e meningite meningocócica, no período de transmissão da doença. Em caso de sintomas dessas doenças a bordo da aeronave, o passageiro deverá comunicar aos comissários, para que os serviços de apoio e autoridades sanitárias sejam acionadas no aeroporto de destino.

  30. 30. Voo atrasado

    Pela legislação da aviação civil em vigor no Brasil, se houver atraso de voo superior a 4 horas, a contar do horário de embarque, a companhia aérea deve oferecer assistência ao passageiro: comunicação (serviço de telefone ou e-mail), alimentação (vale para ser trocado em restaurantes do aeroporto) e – se for o caso – hospedagem e transporte entre aeroporto-hotel-aeroporto.

    A companhia também deve providenciar reacomodação do passageiro em outro voo da mesma empresa, ou endossar o bilhete para outra companhia, ou ainda – se o passageiro desistir de viajar – oferecer reembolso integral do bilhete.

    Para garantir a segurança, em caso de mau tempo (aeroporto fechado ou operando por instrumentos) os voos podem sofrer atrasos, mas mesmo assim – após 4 horas – a companhia deve prestar a assistência ao passageiro.

    Nada impede que a companhia aérea tome essas providências antes mesmo de 4 horas do atraso, ou que ofereça uma compensação diferente ao passageiro. Cabe ao passageiro aceitar ou não o acordo.

    Em caso de atrasos em aeroportos de outros países, mesmo que a companhia aérea seja brasileira, consulte a legislação local a respeito de assistência, reacomodação e reembolso.

    Também é possível acompanhar os horários de chegadas e partidas pela Internet, clique aqui. Veja também atrasos por companhia aérea e por aeroporto, clique aqui.

  31. 31. Voo cancelado

    Pela legislação da aviação civil em vigor no Brasil, caso o voo seja cancelado, a companhia aérea deve reacomodar o passageiro em outro voo da mesma empresa ou endossar o bilhete para outra companhia. Se o passageiro desistir de viajar, terá direito ao reembolso integral do bilhete.

    Após 4 horas do cancelamento, a contar do horário de embarque, a companhia aérea também deve oferecer assistência ao passageiro: comunicação (serviço de telefone ou e-mail), alimentação (vale para ser trocado em restaurantes do aeroporto) e – se for o caso – hospedagem e transporte entre aeroporto-hotel-aeroporto.

    Para garantir a segurança, em caso de mau tempo (aeroporto fechado ou operando por instrumentos) os voos podem sofrer cancelamentos, mas mesmo assim – após 4 horas – a companhia deve prestar a assistência ao passageiro.

    Nada impede que a companhia aérea tome essas providências antes mesmo de 4 horas do cancelamento, ou que ofereça uma compensação diferente ao passageiro. Cabe ao passageiro aceitar ou não o acordo.

    Em caso de cancelamentos em aeroportos de outros países, mesmo que a companhia aérea seja brasileira, consulte a legislação local a respeito de assistência, reacomodação e reembolso.

    Também é possível acompanhar os horários de chegadas e partidas pela Internet, clique aqui. Veja também cancelamentos por companhia aérea e por aeroporto, clique aqui.

Durante o voo
  1. 1. Aeroporto fechado por mau tempo

    Um aeroporto "fecha" quando as condições meteorológicas naquele local não são adequadas para a operação segura de uma aeronave. Nesse caso, pousos e/ou decolagens são suspensos ou cancelados até a reabertura do aeroporto . Em consequência, as aeronaves em procedimentos de pouso podem ser encaminhadas para outros aeroportos ou permanecer em espera.

  2. 2. Arremetidas

    Uma arremetida é um procedimento previsto e seguro, que não oferece quaisquer riscos para a aeronave ou os passageiros. Um piloto decide arremeter quando identifica que as condições para o pouso não estão plenamente favoráveis e planeja fazer uma nova aproximação. Em alguns casos, as rodas chegam a tocar a pista, o que também não compromete a segurança, pois há espaço suficiente para o avião ganhar altitude novamente.

  3. 3. Entretenimento a bordo

    As revistas, programação de rádio e de TV e outros itens de entretenimento a bordo podem ser oferecidos ou não a critério da empresa aérea, de acordo com sua estratégia comercial. Não há legislação específica que obrigue ou desobrigue a empresa aérea quanto ao entretenimento durante o voo.

    Ao adquirir sua passagem aérea, consulte a companhia sobre as opções de entretenimento.

    O passageiro também pode levar para o avião suas próprias revistas, livros e aparelhos eletrônicos, mas a utilização dos aparelhos é proibida durante os procedimentos de pouso e decolagem. Nas demais etapas do voo, a utilização dos aparelhos eletrônicos pode ou não ser autorizada pela companhia aérea.

  4. 4. Espera para decolar ou pousar

    As atividades aéreas têm como foco a segurança, então, por vezes, é necessário atrasar em alguns minutos uma decolagem ou pouso a fim de se garantir uma separação mínima entre as aeronaves.

    Decola antes a aeronave da companhia que apresentou plano de voo antes das demais e pousa antes quem chega primeiro ao destino. As exceções são prioridades para aeronaves em emergência, aeronaves transportando pacientes em estado grave, aviões em operações militares e a aeronave presidencial.

  5. 5. Marcação de assentos

    A marcação de assentos pode ser feita via Internet, no momento da compra do bilhete aéreo, check-in via Internet ou check-in no balcão do aeroporto. Em caso de necessidade operacional, a companhia aérea poderá reacomodar os passageiros em outros assentos ou deixar a escolha livre a bordo, sem necessidade de aviso prévio.

  6. 6. Regiões seguras para voar

    Todo o espaço aéreo do Brasil é coberto por meios de vigilância (radares), auxílios à navegação e telecomunicações, por isso todas as regiões brasileiras são seguras para voar, pois contam com meios adequados em condições de prover segurança e fluidez nos níveis em que operam os voos comerciais.

  7. 7. Serviço de bordo

    O fornecimento de alimentação e/ou bebidas a bordo fica a critério da empresa aérea, de acordo com sua estratégia comercial.

    Não há legislação específica que obrigue ou desobrigue a empresa aérea quanto ao serviço de bordo, em voos domésticos ou internacionais.

    Algumas companhias aéreas cobram pelo serviço de bordo e é opção do passageiro aceitá-lo ou não. Ao adquirir sua passagem aérea, consulte a companhia sobre o serviço.

    O passageiro também pode levar alimentos para o avião. Nos voos domésticos não há restrições quanto ao transporte de frutas ou alimentos, desde que não exceda o peso previsto na bagagem de mão (5 kg).

    Em relação aos voos internacionais, a empresa aérea deve ser consultada sobre as normas do país de destino.

  8. 8. Turbulência

    Turbulência é um fenômeno atmosférico que faz o avião balançar e variar levemente a altitude, sendo mais comum quando se ultrapassa uma camada de nuvens. Pode ser causada por correntes térmicas ou convectivas, diferenças no relevo, variação na velocidade do vento ao longo de uma zona frontal ou alterações na temperatura e pressão atmosférica. Os aviões podem evitar zonas de turbulência com o uso de radares meteorológicos, que indicam as nuvens mais densas.

    As aeronaves são concebidas para suportar raios e relâmpagos. Quando um raio atinge um avião, passa por sua fuselagem sem comprometer a segurança de voo.

    Durante o voo, permaneça sentado e com os cintos afivelados, principalmente quando for dado o aviso no avião (avisos luminosos sobre as poltronas e/ou comunicado pela tripulação). Se estiver no toalete ou corredor do avião, retorne imediatamente ao seu assento. Durante turbulência, o serviço de bordo também é interrompido.

  9. 9. Uso de eletrônicos a bordo

    Exceto durante o pouso e a decolagem, é permitida a utilização de equipamentos desde que não emitam ondas eletromagnéticas, para não causar interferência nos sistemas de aeronave e manter a segurança do voo. É o caso dos celulares que possuem configurações “voo” ou “avião”, notebooks, aparelhos que reproduzem músicas e vídeos (players de MP3, MP4 e outros), câmeras digitais de foto e vídeo etc.

    Cada companhia aérea pode liberar ou não o uso entre seus passageiros. Consulte a empresa para mais informações.

  10. 10. Voando com chuva

    Mesmo intensa, é possível voar com chuva porque a aeronave foi concebida para operar nessas condições. Eventualmente, pode ocorrer algum desconforto por causa da turbulência.

  11. 11. Voo diurno e noturno

    Voar durante o dia ou à noite, do ponto de vista das operações aéreas, não faz diferença por causa dos recursos tecnológicos disponíveis nos aviões e nos equipamentos de auxílio à navegação aérea.

No desembarque
  1. 1. Carrinhos para transportar bagagem

    Os carrinhos de bagagem são disponibilizados gratuitamente pela Infraero para uso nas áreas públicas dos Terminais de Passageiros. Crianças não devem ser transportadas nos carrinhos de bagagem, para evitar acidentes.

  2. 2. Dano ou extravio de bagagem

    Ao receber sua bagagem, confira os volumes. Caso ocorra avaria, dano ou furto, procure um funcionário da empresa aérea ainda na sala de desembarque e preencha o Registro de Irregularidade de Bagagem - RIB. Em até sete dias após a entrega da bagagem, o passageiro também pode encaminhar o protesto à empresa aérea, por qualquer comunicação escrita. É necessário apresentar o comprovante de despacho da bagagem, que é a prova do contrato de transporte.

    A bagagem só pode permanecer extraviada por no máximo de 30 dias. Após esse prazo, a empresa deve indenizar o passageiro. Caso seja localizada, a bagagem deve ser enviada ao endereço indicado pelo passageiro (seja na origem ou destino da sua viagem).

    Itens de valor como jóias, dinheiro, máquinas fotográficas e outros aparelhos eletrônicos devem ser transportados preferencialmente na bagagem de mão.

    O passageiro também tem a opção de declarar o valor dos bens transportados na sua bagagem ainda no check-in. Basta solicitar o formulário à empresa aérea que se responsabilizará pelos bens declarados, mediante taxa a ser cobrada no ato de confirmação dos bens. Consulte os valores com a companhia aérea.

    Além do que está previsto na legislação da aviação civil, o passageiro também pode reivindicar seus direitos junto aos órgãos de defesa do consumidor ou a Justiça.

    As regras valem para todos os voos com origem no Brasil. Para os voos vindos do exterior, mesmo que de empresas brasileiras, são aplicadas as normas do país de origem da viagem, que podem ser diferentes. Neste caso, consulte a empresa aérea.

  3. 3. Desembarque no exterior

    O documento exigido para desembarcar no exterior é o passaporte. A exigência do visto consular varia de acordo com a legislação de cada país. Então, antes de viajar, consulte o consulado do país de seu destino.

  4. 4. Dinheiro para viagem ao exterior

    Segundo a Secretaria da Receita Federal do Brasil, o viajante que estiver saindo do Brasil portando valores em montante superior a R$ 10.000,00 (dez mil reais) ou o equivalente em moeda estrangeira, seja em espécie (notas e moedas), cheques ou cheques de viagem (travellers checks), é obrigado a apresentar a Declaração Eletrônica de Porte de Valores (e-DPV), por meio da Internet (http://www.receita.fazenda.gov.br/DPV/default.htm), e apresentar-se à fiscalização aduaneira do local de saída do País, para fins de conferência.

  5. 5. Entrega da bagagem

    A companhia área deve devolver a bagagem despachada ao passageiro em perfeitas condições. O administrador aeroportuário (Infraero) deve manter as esteiras e os equipamentos em funcionamento.

  6. 6. Escalas e conexões

    Durante a compra do bilhete, consulte a companhia aérea se o voo irá diretamente ao destino ou se fará escalas ou conexões.

    - Escala: o avião aterrissa em uma ou mais cidades antes do destino final para abastecer, embarcar ou desembarcar outros passageiros, mas não há necessidade de troca de avião até o destino final.

    - Conexão: o passageiro desembarca numa cidade que não é o seu destino final e embarca em outro avião, para continuar o voo. Nesta condição, são chamados de passageiros em trânsito e devem seguir as orientações dos comissários de bordo e dos agentes aeroportuários, que indicarão o horário e portão de embarque do próximo voo.

    Normalmente, a bagagem despachada é enviada diretamente ao destino final do passageiro, mas é recomendável informar-se no momento do check-in se será preciso recolher a bagagem e despachá-la novamente no balcão da companhia no aeroporto de conexão.

  7. 7. Facilidades no aeroporto

    Na maioria dos aeroportos da Rede Infraero o passageiro vai encontrar os serviços de Achados e Perdidos, Balcão de Informações, Ouvidoria e apoio de órgãos públicos como ANAC, Polícia Civil, Polícia Militar, Polícia Federal, Receita Federal, Anvisa, Vigiagro (Ministério da Agricultura), entre outros.

  8. 8. Pontuação em programas de milhagem

    Os programas de milhagem oferecidos por algumas empresas aéreas fazem parte de sua estratégia comercial e não são regidos pelo órgão regulador. Para conhecer as regras de cada programa, leia atentamente o contrato de adesão e consulte a companhia aérea em caso de dúvidas ou reclamações.

  9. 9. Qualidade do serviço

    No Espaço do Passageiro, é possível avaliar a qualidade do serviço prestado pelas companhias aéreas nacionais e estrangeiras que operam no Brasil com relação a 11 quesitos:

    - Atendimento (necessidades especiais; reclamações; sala de embarque; venda de passagem; check-in e Internet);

    - Conforto da aeronave;

    - Cuidados com a bagagem;

    - Pontualidade;

    - Relação custo-benefício;

    - Serviço de bordo.

    Basta se cadastrar e avaliar os serviços com notas de 0 a 10. Sempre que mudar de opinião, também é possível acessar o site e mudar suas avaliações. O objetivo do Espaço do Passageiro é servir como referência e auxiliar outros passageiros nas decisões de compra. Para consultar o ranking popular e/ou fazer seu cadastro clique aqui.

  10. 10. Sistema Informativo de Voos

    Os monitores com informação dos voos devem ser disponibilizados pelo administrador aeroportuário (Infraero). O sistema é alimentado por meio de informações transmitidas pelas companhias aéreas que são as operadoras dos voos.

    Nas áreas de Embarque, os monitores informam sobre as Partidas: número do voo, companhia aérea, destino final e escalas, portão de embarque, horário e o status do voo (check-in aberto, embarque próximo, embarque imediato, última chamada e voo encerrado).

    Nas aéreas de Desembarque, os monitores informam sobre as Chegadas: número do voo, companhia aérea, origem e escalas, terminal e portão de desembarque e status do voo (previsto, confirmado e aeronave no pátio).

    Também é possível acompanhar Chegadas e Partidas pela Internet, clique aqui.

  11. 11. Táxis no aeroporto

    Os valores cobrados pelos taxistas dos aeroportos são definidos pelos sindicatos da categoria ou órgão competente na região, geralmente o Poder Público Municipal. Os táxis credenciados nos aeroportos seguem critérios de qualidade para atender aos passageiros com segurança e conforto.

  12. 12. Transporte da aeronave ao terminal

    O transporte dos passageiros entre o pátio e o terminal aeroportuário é solicitado pela companhia aérea após a chegada do voo, para que o administrador do aeroporto envie os ônibus em quantidade necessária.

  13. 13. Transporte público

    O transporte público é regulado e oferecido pelo órgão público competente na região, municipal ou estadual.